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sexta-feira, janeiro 11, 2008

Acordo TAM e ABAV: Começa a Vigorar Hoje

O acordo que vai criar uma taxa a ser cobrada do passageiro (de 10% do valor da tarifa ou de no mínimo 30 reais) como taxa de remuneração do serviço do agente de viagens passa a entrar em vigor hoje.

Essa taxa será cobrada em todos os canais de compra, exceto se a compra for no site da TAM (atenção: é cobrada nas lojas e call center da TAM) e não é reembolsável. Inicialmente, ela será cobrada apenas dos vôos nacionais, mas deve ser aplicada nos vôos internacionais no futuro.

Resta saber o impacto dessa medida nas pequenas agências, já que esses 10% podem estimular a compra direta no site da TAM, e se as passagens no site vão realmente cair 10% ou no mínimo 30 reais, como afirma uma nota do Panrotas (na qual cita que a tarifa cheia vai sofrer um desconto de 10% e as outras?), de forma que essa nova remuneração não seja uma forma dissimulada de aumentar os preços, já que a TAM já pagava uma comissão de vendas ao agente, a mesma comissão que agora será bancada pelo consumidor.

Na única passagem que cotei na TAM nos últimos dias não houve mudança de preço.... E na sua leitor do Aquela Passagem?

Discuti um pouco mais esse tema neste post aqui.

quinta-feira, novembro 01, 2007

Nova Forma de Comissionamento TAM: Mais transparência, mas será que o Consumidor Vai Pagar a Conta?

Em um texto publicado no Mercado e Eventos baseado em uma nota distribuída pela própria TAM (agradeço também ao Caixeiro Viajante pela lembrança), a TAM informa que está fechando um acordo com a ABAV (Associação Brasileira de Agentes de Viagem) para o pagamento do comissionamento da venda de passagens aéreas. Espera-se que a partir de janeiro de 2008 que na passagem comprada pelo consumidor junto a qualquer meio de venda, exceto o site da TAM, conste um valor de 10% ou 30 reais (vale o maior) como titulo de remuneração do agente de viagens, como passará a ser chamada a atual comissão do agente. O procedimento será inicialmente implantado nas passagens nacionais e posteriormente nas internacionais.

Essa medida tem pontos positivos e negativos, a serem ainda confirmados, na visão deste blogueiro.

Um ponto positivo seriam uma maior transparência na venda da passagem, de forma que o consumidor tenha consciência de que o agente está lhe prestando um serviço. Seguindo o mesmo raciocínio, o agente poderá ser mais cobrado pelo consumidor, sendo que muitos que ainda se envergonham de pedir várias cotações aos agentes, poderão encarar a tarefa como remunerada, além de ficar mais explícita a responsabilidade do agente na venda da passagem e de tudo que possa decorrer dela. Não que isso já não ocorra, mas fica tudo mais explícito ao consumidor, que na maioria das vezes não sabe disso.

Os pontos negativos podem ser um aumento dos valores pagos pelo consumidor pelas passagens, no caso da TAM não reduzir as mesmas proporcionalmente ao que é pago como comissão hoje em dia, ou seja, ela mantém o preço e adiciona a remuneração ao agente à mesma.

Um maior incentivo à compra direta das passagens no site da TAM, que tem muiiiito a melhorar, já que 10% é um valor considerável, levando a redução de demanda aos agentes. Lembramos que algumas cias internacionais já têm preços menores nos seus sites do que os praticados pelos agentes.

Interessante lembrar que a discussão entre agentes e cias aéreas no Brasil já vem de algum tempo, tendo se intensificado no primeiro semestre. As cias aéreas, principalmente Gol e TAM, endureceram o jogo no primeiro semestre, reduzindo comissionamento e faziam referência ao fim do mesmo no futuro. Mas como a crise aérea atacou o ponto mais sensível das cias aéreas, o bolso, elas começaram novas discussões com a ABAV, já que tiveram que procurar as agências para que as mesmas atuassem junto aos consumidores a fim de não piorar suas imagens e evitar prejuízos maiores com a baixa ocupação.

Que fique claro, que as discussões sobre comissionamento é um fenômeno mundial e não algo restrito ao Brasil. Recentemente, mudanças foram introduzidas na Espanha.

quinta-feira, abril 19, 2007

EUA: Discussão Sobre as Taxas e Impostos Cobrados dos Passageiros

Nos EUA, o congresso e a sociedade estão discutindo o valor e a destinação das taxas pagas pelos passageiros e cias aéreas. Desde 1997 foram arrecadados 104 bilhões de dólares em taxas e impostos.

Esses valores são usados para pagar os custos da FAA (agência que controla a aviação nos EUA), a segurança nos aeroportos e nos vôos (agentes à paisana), além de subsidiar a operação de pequenos aeroportos dos EUA.

Várias criticas são feitas em relação a aviação não comercial e aos jatinhos privados, que pagariam bem menos taxas e impostos.

As criticas aumentam a medida que os serviços prestados pelos aeroportos americanos tem piorado em sua qualidade.

E nós que pagamos mais taxas do que eles e recebemos ou melhor sofremos com o serviço prestados nos aeroportos e pela ANAC....
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sexta-feira, janeiro 11, 2008

Acordo TAM e ABAV: Começa a Vigorar Hoje

O acordo que vai criar uma taxa a ser cobrada do passageiro (de 10% do valor da tarifa ou de no mínimo 30 reais) como taxa de remuneração do serviço do agente de viagens passa a entrar em vigor hoje.

Essa taxa será cobrada em todos os canais de compra, exceto se a compra for no site da TAM (atenção: é cobrada nas lojas e call center da TAM) e não é reembolsável. Inicialmente, ela será cobrada apenas dos vôos nacionais, mas deve ser aplicada nos vôos internacionais no futuro.

Resta saber o impacto dessa medida nas pequenas agências, já que esses 10% podem estimular a compra direta no site da TAM, e se as passagens no site vão realmente cair 10% ou no mínimo 30 reais, como afirma uma nota do Panrotas (na qual cita que a tarifa cheia vai sofrer um desconto de 10% e as outras?), de forma que essa nova remuneração não seja uma forma dissimulada de aumentar os preços, já que a TAM já pagava uma comissão de vendas ao agente, a mesma comissão que agora será bancada pelo consumidor.

Na única passagem que cotei na TAM nos últimos dias não houve mudança de preço.... E na sua leitor do Aquela Passagem?

Discuti um pouco mais esse tema neste post aqui.

quinta-feira, novembro 01, 2007

Nova Forma de Comissionamento TAM: Mais transparência, mas será que o Consumidor Vai Pagar a Conta?

Em um texto publicado no Mercado e Eventos baseado em uma nota distribuída pela própria TAM (agradeço também ao Caixeiro Viajante pela lembrança), a TAM informa que está fechando um acordo com a ABAV (Associação Brasileira de Agentes de Viagem) para o pagamento do comissionamento da venda de passagens aéreas. Espera-se que a partir de janeiro de 2008 que na passagem comprada pelo consumidor junto a qualquer meio de venda, exceto o site da TAM, conste um valor de 10% ou 30 reais (vale o maior) como titulo de remuneração do agente de viagens, como passará a ser chamada a atual comissão do agente. O procedimento será inicialmente implantado nas passagens nacionais e posteriormente nas internacionais.

Essa medida tem pontos positivos e negativos, a serem ainda confirmados, na visão deste blogueiro.

Um ponto positivo seriam uma maior transparência na venda da passagem, de forma que o consumidor tenha consciência de que o agente está lhe prestando um serviço. Seguindo o mesmo raciocínio, o agente poderá ser mais cobrado pelo consumidor, sendo que muitos que ainda se envergonham de pedir várias cotações aos agentes, poderão encarar a tarefa como remunerada, além de ficar mais explícita a responsabilidade do agente na venda da passagem e de tudo que possa decorrer dela. Não que isso já não ocorra, mas fica tudo mais explícito ao consumidor, que na maioria das vezes não sabe disso.

Os pontos negativos podem ser um aumento dos valores pagos pelo consumidor pelas passagens, no caso da TAM não reduzir as mesmas proporcionalmente ao que é pago como comissão hoje em dia, ou seja, ela mantém o preço e adiciona a remuneração ao agente à mesma.

Um maior incentivo à compra direta das passagens no site da TAM, que tem muiiiito a melhorar, já que 10% é um valor considerável, levando a redução de demanda aos agentes. Lembramos que algumas cias internacionais já têm preços menores nos seus sites do que os praticados pelos agentes.

Interessante lembrar que a discussão entre agentes e cias aéreas no Brasil já vem de algum tempo, tendo se intensificado no primeiro semestre. As cias aéreas, principalmente Gol e TAM, endureceram o jogo no primeiro semestre, reduzindo comissionamento e faziam referência ao fim do mesmo no futuro. Mas como a crise aérea atacou o ponto mais sensível das cias aéreas, o bolso, elas começaram novas discussões com a ABAV, já que tiveram que procurar as agências para que as mesmas atuassem junto aos consumidores a fim de não piorar suas imagens e evitar prejuízos maiores com a baixa ocupação.

Que fique claro, que as discussões sobre comissionamento é um fenômeno mundial e não algo restrito ao Brasil. Recentemente, mudanças foram introduzidas na Espanha.

quinta-feira, abril 19, 2007

EUA: Discussão Sobre as Taxas e Impostos Cobrados dos Passageiros

Nos EUA, o congresso e a sociedade estão discutindo o valor e a destinação das taxas pagas pelos passageiros e cias aéreas. Desde 1997 foram arrecadados 104 bilhões de dólares em taxas e impostos.

Esses valores são usados para pagar os custos da FAA (agência que controla a aviação nos EUA), a segurança nos aeroportos e nos vôos (agentes à paisana), além de subsidiar a operação de pequenos aeroportos dos EUA.

Várias criticas são feitas em relação a aviação não comercial e aos jatinhos privados, que pagariam bem menos taxas e impostos.

As criticas aumentam a medida que os serviços prestados pelos aeroportos americanos tem piorado em sua qualidade.

E nós que pagamos mais taxas do que eles e recebemos ou melhor sofremos com o serviço prestados nos aeroportos e pela ANAC....
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Acordo TAM e ABAV: Começa a Vigorar Hoje

O acordo que vai criar uma taxa a ser cobrada do passageiro (de 10% do valor da tarifa ou de no mínimo 30 reais) como taxa de remuneração do serviço do agente de viagens passa a entrar em vigor hoje.

Essa taxa será cobrada em todos os canais de compra, exceto se a compra for no site da TAM (atenção: é cobrada nas lojas e call center da TAM) e não é reembolsável. Inicialmente, ela será cobrada apenas dos vôos nacionais, mas deve ser aplicada nos vôos internacionais no futuro.

Resta saber o impacto dessa medida nas pequenas agências, já que esses 10% podem estimular a compra direta no site da TAM, e se as passagens no site vão realmente cair 10% ou no mínimo 30 reais, como afirma uma nota do Panrotas (na qual cita que a tarifa cheia vai sofrer um desconto de 10% e as outras?), de forma que essa nova remuneração não seja uma forma dissimulada de aumentar os preços, já que a TAM já pagava uma comissão de vendas ao agente, a mesma comissão que agora será bancada pelo consumidor.

Na única passagem que cotei na TAM nos últimos dias não houve mudança de preço.... E na sua leitor do Aquela Passagem?

Discuti um pouco mais esse tema neste post aqui.

quinta-feira, novembro 01, 2007

Nova Forma de Comissionamento TAM: Mais transparência, mas será que o Consumidor Vai Pagar a Conta?

Em um texto publicado no Mercado e Eventos baseado em uma nota distribuída pela própria TAM (agradeço também ao Caixeiro Viajante pela lembrança), a TAM informa que está fechando um acordo com a ABAV (Associação Brasileira de Agentes de Viagem) para o pagamento do comissionamento da venda de passagens aéreas. Espera-se que a partir de janeiro de 2008 que na passagem comprada pelo consumidor junto a qualquer meio de venda, exceto o site da TAM, conste um valor de 10% ou 30 reais (vale o maior) como titulo de remuneração do agente de viagens, como passará a ser chamada a atual comissão do agente. O procedimento será inicialmente implantado nas passagens nacionais e posteriormente nas internacionais.

Essa medida tem pontos positivos e negativos, a serem ainda confirmados, na visão deste blogueiro.

Um ponto positivo seriam uma maior transparência na venda da passagem, de forma que o consumidor tenha consciência de que o agente está lhe prestando um serviço. Seguindo o mesmo raciocínio, o agente poderá ser mais cobrado pelo consumidor, sendo que muitos que ainda se envergonham de pedir várias cotações aos agentes, poderão encarar a tarefa como remunerada, além de ficar mais explícita a responsabilidade do agente na venda da passagem e de tudo que possa decorrer dela. Não que isso já não ocorra, mas fica tudo mais explícito ao consumidor, que na maioria das vezes não sabe disso.

Os pontos negativos podem ser um aumento dos valores pagos pelo consumidor pelas passagens, no caso da TAM não reduzir as mesmas proporcionalmente ao que é pago como comissão hoje em dia, ou seja, ela mantém o preço e adiciona a remuneração ao agente à mesma.

Um maior incentivo à compra direta das passagens no site da TAM, que tem muiiiito a melhorar, já que 10% é um valor considerável, levando a redução de demanda aos agentes. Lembramos que algumas cias internacionais já têm preços menores nos seus sites do que os praticados pelos agentes.

Interessante lembrar que a discussão entre agentes e cias aéreas no Brasil já vem de algum tempo, tendo se intensificado no primeiro semestre. As cias aéreas, principalmente Gol e TAM, endureceram o jogo no primeiro semestre, reduzindo comissionamento e faziam referência ao fim do mesmo no futuro. Mas como a crise aérea atacou o ponto mais sensível das cias aéreas, o bolso, elas começaram novas discussões com a ABAV, já que tiveram que procurar as agências para que as mesmas atuassem junto aos consumidores a fim de não piorar suas imagens e evitar prejuízos maiores com a baixa ocupação.

Que fique claro, que as discussões sobre comissionamento é um fenômeno mundial e não algo restrito ao Brasil. Recentemente, mudanças foram introduzidas na Espanha.

quinta-feira, abril 19, 2007

EUA: Discussão Sobre as Taxas e Impostos Cobrados dos Passageiros

Nos EUA, o congresso e a sociedade estão discutindo o valor e a destinação das taxas pagas pelos passageiros e cias aéreas. Desde 1997 foram arrecadados 104 bilhões de dólares em taxas e impostos.

Esses valores são usados para pagar os custos da FAA (agência que controla a aviação nos EUA), a segurança nos aeroportos e nos vôos (agentes à paisana), além de subsidiar a operação de pequenos aeroportos dos EUA.

Várias criticas são feitas em relação a aviação não comercial e aos jatinhos privados, que pagariam bem menos taxas e impostos.

As criticas aumentam a medida que os serviços prestados pelos aeroportos americanos tem piorado em sua qualidade.

E nós que pagamos mais taxas do que eles e recebemos ou melhor sofremos com o serviço prestados nos aeroportos e pela ANAC....