Antes de tudo, vamos esclarecer o que é code share ou em bom português, código compartilhado. Vôo em code share é quando uma cia “A” faz acordo com a cia “B” que opera uma determinada rota de forma a reservar uma cota x de assentos em determinados vôos da cia “B” e assim passar a vendê-los como seus. Ou seja quando você compra uma passagem naquele vôo em code share na cia “A”, apesar de ter um número de vôo da cia “A”, o vôo vai ser executado por uma aeronave e por tripulação da cia “B” que originariamente opera a rota. Mas para que realizar vôos em code share? Se uma cia quer expandir os destinos por ela disponibilizados a seus consumidores e não tem interesse em operar com equipamento próprio essa mesma rota, o code share passa a ser uma opção.
A ANAC liberou então os vôos em code share entre a Varig e a Gol, ou seja, a Varig ou a GOL podem se utilizar da outra cia para alimentar com passageiros seus vôos e também distribuí-los. Uma boa para a Varig que aumenta o número de destinos atingidos já que a Gol opera um número muito maior de destinos nacionais que a Varig.
A Varig que não mais opera vôos para Madri, a partir dessa decisão, poderá vender assentos, como se seus fossem, nos vôos da Air Europa que partem de Salvador e essa poderá distribuir seus passageiros para outros destinos operados pela Varig.
O mesmo raciocínio aplica-se ao acordo entre a TAM e Lufthansa, que apesar de já ter iniciado nos programas de fidelidade, só agora atingirá os vôos a partir dessa autorização.
São boas notícias para os consumidores dessas cias aéreas.
A ANAC liberou então os vôos em code share entre a Varig e a Gol, ou seja, a Varig ou a GOL podem se utilizar da outra cia para alimentar com passageiros seus vôos e também distribuí-los. Uma boa para a Varig que aumenta o número de destinos atingidos já que a Gol opera um número muito maior de destinos nacionais que a Varig.
A Varig que não mais opera vôos para Madri, a partir dessa decisão, poderá vender assentos, como se seus fossem, nos vôos da Air Europa que partem de Salvador e essa poderá distribuir seus passageiros para outros destinos operados pela Varig.
O mesmo raciocínio aplica-se ao acordo entre a TAM e Lufthansa, que apesar de já ter iniciado nos programas de fidelidade, só agora atingirá os vôos a partir dessa autorização.
São boas notícias para os consumidores dessas cias aéreas.







